Ano 03 Nº 008/2015 – Dança e solidariedade

Ocorreu na tarde do último sábado (25 de julho), uma oficina de dança country e sertaneja no Instituto Municipal de Belas Artes (IMBA). A oficina ministrada pelo acadêmico do curso de Letras – Línguas Adicionais da Unipampa (Campus Bagé) Alain Marais, teve o intuito de unir dança e solidariedade. O valor arrecadado nas inscrições foi doado para a mãe do estudante Gerlânio Vieira Alves, 30 anos, ex-estudante da Unipampa, que foi vítima de agressão ao reagir a um assalto no final do mês de abril em Pelotas.

O estudante, que foi bolsista do programa Inglês sem Fronteiras e colega de Marais no referido programa, mudou-se para Pelotas no ano passado para cursar Direito na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e ao reagir a um assalto sofreu graves lesões que o deixaram em um estado grave de saúde.

Com 20 anos de experiência em dança, Marais encontrou uma forma de ajudar o ex-colega ministrando a oficina de dança e angariando recursos para ajudar no transporte de Gerlânio para seu estado Natal, a Bahia.

A oficina contou com uma média de 30 participantes e arrecadou o valor de R$700 dos participantes e de pessoas da comunidade em geral que contribuíram para a causa.

Foto: Luisa Hidalgo

Em entrevista ao Junipampa, Alain Marais, ministrante da oficina, contou como surgiu a ideia de unir sua experiência como professor de dança com uma forma de ajudar o ex-colega Gerlânio:

“Eu estava pensando, pesquisando uma ação, que pudesse ajudar especialmente o Gerlânio, que está em uma situação bem difícil e sua mãe que tem que cuidar dele. Então pensei no que poderia fazer para interessar as pessoas e por meio disso arrecadar dinheiro. Como na minha vida antiga, fui professor de dança country e durante 20 anos dei aulas de dança, pensei em trazer isso para Bagé e vamos ver se essa atividade terá sucesso e se tiver sucesso, todo o dinheiro que vamos pedir pela inscrição será doado para a mãe do Gerlânio.’’

Marais comentou também sobre o resultado da oficina:

“Fiquei impressionado! Estava falando com alguns participantes e acho que o sangue latino faz com que as pessoas tenham ritmo e no final de uma aula assim, a maioria das pessoas foi capaz de dançar a dança com música. Fiquei muito orgulhoso!’’

Alain Marais, ministrante da oficina. Foto: Luisa Hidalgo.

A estudante Paola Pires dos Santos, falou sobre sua motivação para participar da oficina:

“O que mais me motivou foi a vontade do Alain de ajudar o Gerlânio. Fiquei sabendo durante uma aula que fizemos juntos, ele falou que iria fazer, o que pude fazer foi ajudar a divulgar, mas a vontade de ajudar foi o principal motivo.’’

Paola Pires dos Santos, participante da oficina. Foto: Luisa Hidalgo.

Escrito por Luísa Hidalgo, bolsista do Laboratório de Leitura e Produção Textual- LAB (PROEXT-MEC).

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