Ano 13 Nº 70/2025 Entre contos, poesias e fotografias: JUNIPAMPA e os seus 13 anos.

Nathália Peralta Reis

Fonte: Gemini

Como podemos definir o “Jornal Universitário do Pampa”, o JUNIPAMPA? Bom, acho que ele é muito mais do que só um jornal. É um espaço onde a gente pode ver o que está acontecendo dentro da universidade de um jeito leve e interessante. A cada publicação traz histórias, projetos e pessoas que fazem parte do nosso dia a dia, e isso deixa tudo mais próximo da gente. O legal é que ele mostra o lado humano da universidade e da cidade, com textos feitos por alunos, professores e comunidade externa, que realmente vivem o que escrevem. Ler o JUNIPAMPA é como conversar com alguém que entende o que é ser parte desse lugar, é informativo, mas também é acolhedor e cheio de vida.

Além disso, o JUNIPAMPA tem se destacado bastante com seus quatro concursos, que incentivam a criatividade e a participação das comunidades acadêmica e externa. Cada concurso traz um tema diferente e dá espaço para que estudantes, professores e técnicos de diferentes instituições, e pessoas de outras áreas de atuação, mostrem seus talentos, seja escrevendo, fotografando ou criando algo novo. Esses concursos deixam o jornal ainda mais interessante, porque mostram as várias formas de expressão que existem dentro e fora da universidade. É bonito ver como o JUNIPAMPA se tornou um espaço de voz, arte e troca de ideias, mostrando que a comunicação dentro da universidade (e fora) pode ser divertida, criativa e cheia de significado.

O último concurso do JUNIPAMPA teve como tema “Fronteira”, e foi criado para celebrar os 13 anos do jornal. Esse tema combinou muito com a realidade da UNIPAMPA, já que a universidade está localizada em uma região de fronteiras, onde diferentes culturas, sotaques e modos de vida se encontram. A ideia foi convidar as pessoas a refletirem sobre o que é viver nesse espaço de encontros e diferenças. Podiam participar pessoas a partir dos 14 anos, o que deixou o concurso mais aberto e cheio de perspectivas diferentes. As produções mostraram olhares únicos e criativos sobre o tema, cheios de emoção, sensibilidade e identidade. Além disso, o JUNIPAMPA premiou as vencedoras com menções honrosas e brindes como canecas e chaveiros, valorizando cada participação com carinho.

Nos concursos anteriores, o jornal também trouxe temas muito legais. No primeiro, o tema foi “Cidade, rua, gente: a escrita enquanto expressão fotográfica”. Já no segundo, “Elza Soares na vida e na canção”, e no terceiro, “Histórias de sala de aula”. Cada um desses concursos ajudou a fortalecer o JUNIPAMPA como um espaço de diálogo e criatividade.

Para a realização destes concursos, a equipe do jornal estabeleceu parcerias com diferentes instituições, tais como: Secretaria Municipal de Educação (SMED) de Bagé, Sociedade Uruguaia de Socorros Mútuos e Instituto Sócio-Educacional Cultural e Econômico da Região Sul (IECE-RS).

No fim, dá para ver que o JUNIPAMPA é muito mais do que um simples jornal. Ele é um espaço de expressão, de troca e de comunidade. É um projeto que dá visibilidade à voz das pessoas, que valoriza o que é feito dentro e fora da universidade e que mostra como a arte, a escrita, a criatividade fazem parte da vida acadêmica e da vida de quem não está na academia. O JUNIPAMPA é, sem dúvida, um exemplo de como a comunicação pode unir pessoas e transformar realidades de forma simples, mas muito significativa.

Link dos poemas:
Ano 13 Nº 43/2025 O Viver Fronteiriço

Ano 13 Nº 44/2025 Casa compartilhada

Ano 13 Nº 45/2025 O espaço entre nós

Ano 13 Nº 46/2025 Ruas de uma história

Ano 13 Nº 47/2025 De Mi Flor

Ano 13 Nº 59/2025 Dentro de mim

Ano 13 Nº 60/2025 Por que tantas opiniões?

Ano 13 Nº 65/2025 Confusões

Ano 13 Nº 68/2025 Socializando com o chimarrão

Ano 13 Nº 73/2025 A prenda

Ano 13 Nº 74/2025 Dois lados

Ano 13 Nº 75/2025 A linha

Ano 13 Nº 76/2025 Notas que ressoam sobre o mundo

Ano 13 Nº 77/2025 Frontera

Ano 13 Nº79/2025 Voz da Fronteira

Ano 13 Nº80/2025 Tem uma linha no chão

Nathália Peralta Reis – Nathália é graduada do curso de Letras – Línguas Adicionais e também é bolsista do JUNIPAMPA. Tem interesse na área de Linguística Aplicada com foco no uso de Jogos na aprendizagem da língua inglesa. É musicista, tendo participado do projeto social Orquestra Jovem do Pampa.

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